Quando carregas um peso, um peso que não te pertence, um peso que não sabes de onde vem.
O peso de não seres tu mesmo...
Há alturas que não me identifico com nada e com coisa nenhuma.
Trago um vazio na cabeça e no coração, não há vontade nem paciência para ouvir ou fazer conversa.
Não consigo rir, nem sequer sorrir. Não gosto de nada e quero afastar-me de tudo.
Ás vezes sinto que não pertenço aqui.
Ás vezes sinto que não posso ser eu, assim, genuína e sincera...
Ás vezes acho que incomodo os outros com a minha maneira de ser especial...
Sinto a opressão de não ser como posso ser, neste caso como sou.
Não quero ser igual a toda a gente, mas vivo num mundo em que não há espaço para mim.
As criticas porque falo muito, porque falo pouco, porque rio alto, porque danço até de manha, porque sou eu...
Ás vezes sinto-me frustrada porque não posso ser simplesmente eu...
Fico triste e essa tristeza consome-me por dentro, de tal forma que me tira a vontade que tanto me pertence.
Poucos me conhecem realmente e não me dou a conhecer facilmente porque não sou pessoa fácil no trato.
Sou doce e azeda ao mesmo temo, fria e meiga como ninguém, amo e fico indiferente como poucos...
Sou do meu jeito meio torto, mas eu vivo no meu mundo, onde só os sonhadores apaixonados conhecem o caminho.
Mas eu tenho um mundo que poucos conhecem, onde posso vir quando querem...
Vou voltar a sorrir para incomodar ainda mais os que não entendem o meu jeito, jeito torto mas meu, como só eu sei...
eu sou assim
O peso de não seres tu mesmo...
Há alturas que não me identifico com nada e com coisa nenhuma.
Trago um vazio na cabeça e no coração, não há vontade nem paciência para ouvir ou fazer conversa.
Não consigo rir, nem sequer sorrir. Não gosto de nada e quero afastar-me de tudo.
Ás vezes sinto que não pertenço aqui.
Ás vezes sinto que não posso ser eu, assim, genuína e sincera...
Ás vezes acho que incomodo os outros com a minha maneira de ser especial...
Sinto a opressão de não ser como posso ser, neste caso como sou.
Não quero ser igual a toda a gente, mas vivo num mundo em que não há espaço para mim.
As criticas porque falo muito, porque falo pouco, porque rio alto, porque danço até de manha, porque sou eu...
Ás vezes sinto-me frustrada porque não posso ser simplesmente eu...
Fico triste e essa tristeza consome-me por dentro, de tal forma que me tira a vontade que tanto me pertence.
Poucos me conhecem realmente e não me dou a conhecer facilmente porque não sou pessoa fácil no trato.
Sou doce e azeda ao mesmo temo, fria e meiga como ninguém, amo e fico indiferente como poucos...
Sou do meu jeito meio torto, mas eu vivo no meu mundo, onde só os sonhadores apaixonados conhecem o caminho.
Mas eu tenho um mundo que poucos conhecem, onde posso vir quando querem...
Vou voltar a sorrir para incomodar ainda mais os que não entendem o meu jeito, jeito torto mas meu, como só eu sei...
eu sou assim
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